O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, afirmou que as eleições gerais de 2026 foram marcadas por um processo de “judicialização sem precedentes na história do país”, com uma série de liminares e pedidos de exclusão de publicações nas redes sociais por parte das campanhas dos principais candidatos.
Segundo Nunes Marques, o tribunal enfrentou um grande desafio para dar respostas rápidas aos pedidos apresentados pelos candidatos, que se intensificaram nas últimas semanas. O segundo turno das eleições acontece no próximo domingo, 25.
“Em 2026, o cenário é ainda mais desafiador, com uma disputa marcada por um nível de judicialização sem precedentes na história do país. Em 2022, foram registrados 613 processos relacionados à propaganda eleitoral, considerando o primeiro e o segundo turnos. Neste ano, até 20 de outubro, já são 1.223 representações e pedidos de direito de resposta, um aumento de quase 100% em relação ao pleito anterior”, afirmou o presidente do TSE ao Metrópoles.
De acordo com Nunes Marques, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), uma das missões da Justiça Eleitoral é garantir que os eleitores tenham acesso a conteúdo confiável e legítimo nesta reta final de campanha.
“É a reta final para os eleitores que precisam decidir em quem votar e também para os candidatos que intensificam suas campanhas em busca de conquistar a confiança do eleitorado e vencer a disputa”, disse Nunes Marques.
“A Justiça Eleitoral conhece…
