Condenada à morte nos Estados Unidos, Christa Pike, de 50 anos, apresentou sinais de melhora após receber duas doses de uma substância utilizada no procedimento de execução por injeção letal, em 30 de setembro, no Tennessee. melhora na mobilidade. Segundo a defesa, ela voltou a formular frases completas.
Segundo informações divulgadas pelos advogados, nessa quarta-feira (21/10), “ela já consegue andar melhor sem ajuda, e a fala melhorou consideravelmente. A equipe médica segue monitorando de perto o funcionamento cognitivo e psicológico”.
De acordo com o advogado, pode levar mais de um mês até que sejam conhecidos os possíveis efeitos a longo prazo da tentativa malsucedida de execução.
Pena de morte
