O senador Flávio Bolsonaro (PL) ampliou nesta quarta-feira (21) as exigências feitas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para autorizar a quebra de sigilo. Em nota, a equipe do parlamentar informou que ele recebeu com “entusiasmo” a declaração feita pela campanha do petista em abrir a “caixa-preta do Planalto”.
Também nesta quarta-feira, Flávio aceitou o desafio proposto por Lula, durante o debate na Band, de abrir o seu próprio sigilo bancário, fiscal e telefônico e o de seus familiares. No entanto, o senador condicionou autorizar a liberação dos dados se o chefe do Executivo cumprisse as condições:
Quebra de sigilo telefônico, telemático e bancário do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, do ex-tesoureiro João Vaccari Neto, da lobista Roberta Luchsinger, de Edson Claro, do irmão de Lula Frei Chico e do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi);
Abertura do sigilo de assessores, seguranças e auxiliares que atendiam ou mantinham linhas para uso de Lula;
Levantamento do sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático, desde 2003, das empresas dos filhos de Lula (Lurian Cordeiro, Sandro Luís, Marcos Cláudio e Fábio Luís, o Lulinha), de familiares, de sócios, de sociedades nacionais e offshores, do Instituto Lula, do ex-presidente da entidade Paulo Okamoto, de recebedores de recursos do instituto e da L.I.L.S.
