O candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) respondeu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao desafio feito pelo presidente Lula (PT), que pedia a abertura do sigilo telefônico, fiscal e bancário dos dois candidatos e seus familiares.
Na petição, porém, Flávio condiciona a autorização para a abertura de seus próprios sigilos dos últimos 20 anos, além de suas empresas e familiares, que o petista cumpra cinco condições principais de transparência relacionadas ao passado e ao presente.
Abertura de sigilos de assessores e auxiliares: Apresentação de termos de autorização de levantamento dos sigilos telefônico e telemático dos últimos 8 anos assinados por Marco Aurélio Santana Ribeiro (“Marcola”) e demais assessores, seguranças e auxiliares que atendiam ou mantinham linhas para uso de Lula, além dos sigilos bancário e fiscal de Marcola.
Levantamento de sigilos de empresas de familiares e do Instituto Lula desde 2003: Abertura dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (desde o início do mandato presidencial em 2003) das empresas dos filhos de Lula (Fábio Luís/Lulinha, Sandro Luís, Marcos Cláudio, Luís Cláudio e Lurian Cordeiro), de familiares/sócios (como Renata de Abreu Moreira e Fernando Bittar), de sociedades nacionais e offshores (como a empresa Synapta, na Espanha), do Instituto Lula (e seu ex-presidente Paulo Okamotto) e de recebedores de recursos do instituto e da L.I.L.S. Palestras.
