Farmacêuticosvinculados ao Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) paralisaram as atividades, nas primeiras horas desta quarta-feira (21/10).A categoria reivindica isonomia salarial, reposição das perdas inflacionárias, pagamento de adicional de insalubridade e valorização profissional.
Segundo o Sindicato dos Farmacêuticos do Distrito Federal (Sindifar-DF), o atendimento da especialidade no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) funciona com 30% da capacidade. Nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), os profissionais adotam a chamada “operação tartaruga”, que consiste em reduzir o ritmo de trabalho.
A redução afeta, por exemplo, a análise de prescrições e a liberação de medicamentos para os pacientes. “Se tiver três farmacêuticos trabalhando, só um vai fazer a análise de prescrição e a análise de psicotrópicos para fazer a liberação. Então, aquele um vai estar ali trabalhando, mas bem lentamente”, explicou a representante da categoria, Benna Santos.
Os profissionais fizeram um ato em frente ao pronto-socorro do Hospital de Base e encerraram a manifestação no local às 11h. A mobilização começou às 7h e reuniu mais de 70 farmacêuticos, segundo o sindicato. A operação tartaruga, no entanto, segue até as 19h, conforme a entidade.
Reivindicações
