É impressionante o populismo eleitoral do governo Lula durante esta campanha. Somente em 2026 aproximadamente R$250 bilhões foram gastos para a expansão do consumo, auxílios governamentais e programas de renegociação de dívida. Como se não bastasse a torneira aberta do gasto público, o governo concedeu um aumento do bolsa família em pleno ano eleitoral, ferindo claramente a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ao não garantir uma fonte permanente de receita a fim de custear o reajuste.
No cardápio do populismo, entra também o a PEC do fim da escala 6 por 1. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, coincidentemente colocou a matéria em votação às vésperas do 2º turno. Com a aprovação da PEC, O objetivo é ajudar a eleger o presidente Lula e garantir a o comando do Czar do Amapá na presidência da Casa alta. Pouco importa as consequências dessa medida como elevação do desemprego, aumento da informalidade, escassez de mão de obra e alta dos preços das mercadorias, conforme alertado no artigo “O que ninguém fala sobre o fim da escala 6 x 1”. A ideia é vender que a população vai trabalhar menos e ganhar o mesmo salário, sem sofrer nenhum efeito da mudança de incentivos dos agentes econômicos.
Depois da elevação brutal do gasto, aumento ilegal do bolsa família, alteração das relações de trabalho, sem a devida discussão com a sociedade, vem agora o perdão de dívidas de dívidas tributárias dos microempreendedores individuais.
A proposta é um escândalo por duas razões.
