Desde que o nome Dark Horse surgiu na imprensa, em maio de 2026, muito se falou, muito se especulou e inúmeras versões passaram a circular sobre o projeto.
Desde o primeiro momento, decidi investigar o assunto a fundo.
Conversei com fontes diretamente envolvidas, advogados que acompanham o caso, representantes da produção e profissionais com conhecimento técnico sobre financiamento audiovisual.
Busquei documentos, confrontei informações, ouvi versões distintas e procurei compreender o que efetivamente existia por trás das manchetes.
Não me interessavam boatos. Interessavam-me os fatos.
Foi durante esse trabalho que tomei conhecimento de informações sobre o financiamento de outras duas produções cinematográficas envolvendo ex-presidentes da República: Lula e Michel Temer.
Segundo as informações que recebi, havia elementos que justificavam examinar essas produções com o mesmo rigor aplicado ao Dark Horse.
Em um primeiro momento, as informações sobre esses financiamentos foram categoricamente negadas à imprensa, inclusive, segundo os relatos que acompanhei, por meio de manifestação oficial da Secretaria de Comunicação Social.
Ainda assim, continuei apurando.
Confiava na qualificação das minhas fontes, mas sabia que confiança não substitui prova. Por isso, procurei aprofundar a investigação, identificar documentos e compreender a estrutura financeira de cada produção.
Enquanto isso, a repercussão do Dark Horse crescia.
