A Samsung projeta um expressivo declínio nos envios dos smartphones Galaxy A para 2027, especialmente aqueles que usam telas OLED. Informações do site ZDNet indicam que a empresa revisou para baixo seus planos por conta da crise de componentes global e o alto preço atribuído a ela.
Para o próximo ano, a gigante deve cortar a previsão inicial de 120 milhões de unidades de celulares com tela OLED para 100 milhões. A queda de 20 milhões pode afetar diretamente o planejamento global da marca, representando um retrocesso contínuo mesmo em relação à 2026, dado que o volume previsto para este ano é de 110 milhões de unidades produzidas.
Os mais afetados, segundo o site, serão os produtos intermediários da companhia, como o portfólio de produtos do Galaxy A1X até os Galaxy A5X. A exceção fica com os Galaxy A0X, que naturalmente já utilizam painéis de LCD, não do tipo OLED. A família de modelos A1X é responsável por mais da metade do montante de produtos.
No movimento de tentar equilibrar sua balança, a Samsung deve realizar cortes drásticos em alguns segmentos, como a retirada da tela OLED de certos aparelhos, como no futuro Galaxy A38.
Crise de memórias gera efeito cascata
Por mais que inicialmente os painéis OLED pareçam ser o problema, a medida da Samsung será tomada de acordo com o custo geral do hardware, aponta o veículo.
