A Justiça da Paraíba determinou a indisponibilidade de bens e o arresto cautelar de até R$ 590 milhões pertencentes a oito pessoas ligadas ao grupo Braiscompany. A determinação foi dada no âmbito do processo de falência da empresa.
A decisão do juiz Milton Pereira de Sousa visa resguardar o patrimônio para o ressarcimento de cerca de 20 mil investidores lesados por uma pirâmide financeira que operava sob o disfarce de contratos de locação de criptoativos. O valor fixado equivale ao passivo total consolidado na falência.
A decisão foi obtida pelo Metrópoles com exclusividade.
A ordem determina o bloqueio imediato de contas bancárias, imóveis, veículos e saldos mantidos em corretoras de ativos virtuais de Antônio Neto, Fabrícia Campos, Mizael Silva, Sabrina Lima, Flávia Campos, Fernanda Campos, Clécio Fernando Cabral e Gesana Silva.
A Justiça quer fazer uma “varredura” nos bens dos oito réus para obter o valor de R$ 590 milhões.
