À medida que as tecnologias se tornam mais presentes no cotidiano, formuladores de políticas públicas avaliam seus benefícios diante de preocupações com segurança de dados e influência estrangeira
Benjamin Bathke/DW
Não faz muito tempo, a GoPro era sinônimo de câmera de ação. Em seu auge, em 2015, a empresa americana reinava absoluta, com cerca de 6,6 milhões de unidades vendidas naquele ano e participação de mercado superior a 70%.
Hoje, a pioneira luta pela própria sobrevivência. O principal culpado? A concorrência chinesa.
As maiores rivais da GoPro, DJI e Insta360, entraram no mercado de câmeras de ação em 2019 e 2021, respectivamente. Hoje, elas respondem por mais de 90% das vendas globais de câmeras inteligentes portáteis.
Alexander Hannemann, que usa regularmente câmeras de ação para filmar seus passeios demotocicleta, diz que trocou a GoPro pela Insta360 há cerca de dois anos.
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"A qualidade é muito melhor do que a da GoPro, mesmo quando estou acelerando e entrando em curvas a cerca de 80 quilômetros por hora", disse à DW.
A GoPro escapou da falência em setembro, após baque por apostas malsucedidas em produtos e concorrência dos smartphones
Christian Ohde/imageBROKER/picture alliance via DW
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