Depois de criticar a Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um canal digital para reunir queixas de “censura” e “restrições de alcance” nas redes sociais.
Nesta 3ª feira (20.out.2026), a plataforma apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral um relatório com as medidas adotadas para garantir a isonomia entre as campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno.
O site censuradigital.lula.com.br foi lançado na 4ª feira (14.out) para reunir relatos de apoiadores, militantes e usuários das plataformas sobre bloqueios e limitações de conteúdo.
O canal recebe queixas de quem teve publicações removidas, contas bloqueadas ou enfrentou dificuldades para impulsionar conteúdo nas plataformas. A campanha pretende ampliar a fiscalização a partir dos registros individuais coletados.
A iniciativa tem como alvo principal o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. Segundo nota do PT sobre o site, o partido vem analisando, desde dezembro de 2025, reclamações de interferências na presença digital do presidente.
Os relatos coletados pelo canal servirão de base para ações junto à Justiça Eleitoral.
CONFLITO ELEITORAL COM A META
O caso ganhou força depois do resultado do 1º turno. Apoiadores do petista passaram a utilizar as redes sociais para aumentar o alcance da campanha de reeleição de Lula, em uma estratégia para tentar uma virada na disputa do 2º turno, que será realizado no domingo (25.out).
