Mais de um mês após a demissão do ex-técnico Luís Castro, o Grêmio ainda tenta viabilizar uma proposta financeira para quitar as pendências rescisórias com o profissional português. Segundo apuração do portal ge, a diretoria tricolor mantém conversas com o treinador para costurar um plano compatível com a atual realidade orçamentária do clube, cuja intenção é parcelar os pagamentos.
O rompimento antecipado do contrato, que tinha validade original até dezembro de 2027, gerou um custo total estimado em cerca de R$ 30 milhões. O montante abrange o pagamento de 15 salários da comissão técnica, além de proporcionais de 13º e encargos trabalhistas, segundo a apuração.
Embora dirigentes do clube gaúcho contestem publicamente esses números, a direção não divulgou os valores exatos da quebra contratual.
Por que o Grêmio busca o parcelamento da dívida?
O termo assinado originalmente exigia o pagamento integral e à vista de toda a rescisão, sob penalidade de juros contratuais e multa diária por atraso. Para evitar a asfixia do fluxo de caixa imediato, o clube busca convencer o comandante a aceitar um cronograma de parcelamento estendido.
O que o treinador português aceita conceder no acordo?
De acordo com o portal, Castro não pretende abrir mão do montante nominal previsto em contrato até 2027. A flexibilização debatida nos bastidores do Grêmio envolve exclusivamente a dispensa de multas diárias e juros acumulados desde a data da demissão.
