BRASÍLIA - Em Brasília, a defesa de Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes acesso a um inquérito sigiloso no STF. A movimentação jurídica ocorre em meio a preocupações nos bastidores da campanha eleitoral quanto ao ritmo acelerado com que o caso tem avançado.
Segundo informações apuradas, o procedimento investigatório foi encaminhado ao tribunal no início de outubro e rapidamente distribuído à relatoria. O inquérito chegou ao tribunal no início de outubro e foi distribuído rapidamente. Aliados de Flávio temem que a agilidade do caso traga impactos judiciais antes da votação.
Apuração sobre lavagem e ligações
O foco principal da investigação envolve supostas operações de lavagem de dinheiro ligadas ao advogado Willer Thomaz, apontado como amigo do candidato e que obteve autorização administrativa no Rio de Janeiro para atuar no mercado de apostas esportivas. Mensagens trocadas entre ambos motivaram o envio do caso para a mais alta instância do Judiciário brasileiro.
Diante do cenário de incerteza jurídica e política, interlocutores da campanha avaliam diferentes cenários sobre o impacto de possíveis decisões do tribunal. Enquanto a defesa reitera que os contatos decorrem exclusivamente de uma relação pessoal de amizade e nega qualquer tipo de conduta ilícita, os advogados aguardam a liberação do conteúdo completo para estruturar os próximos passos jurídicos.
