O CEO e fundador da Techland, Pawel Marchewka, revelou que Dying Light: The Beast - lançado em setembro de 2025 - terá o seu suporte encerrado oficialmente. Pelas palavras do próprio executivo, isso significa que o título não receberá mais atualizações com conteúdo ou DLCs robustos.
De acordo com Marchewka, o público deve enxergar o desenvolvimento do game como concluído e isso permitirá que a experiência seja aproveitada por todos em "uma tacada só".
"Dying Light: The Beast é um jogo completo e é a forma como os jogadores devem chegar a ele - do mesmo modo que Dying Light 1 é hoje. Não planejamos novos conteúdos substanciais para ele", afirmou o CEO.
Inclusive, ele revela que o título foi planejado como "uma aventura completa, autocontida desde o princípio". Ainda que tenham produzido atualizações pontuais, como a mais recente, chamada de Restored Land, não houve um compromisso para continuar a trazer este universo à tona.
Em Restored Land, os jogadores podem limpar o mapa dos zumbis para trazer a civilização de volta. Além disso, há a adição de novas armas e mais desafios. Muita gente esperava que este fosse apenas o primeiro capítulo para mais adições futuras, mas o estúdio jogou um balde de água fria nos fãs.
O executivo também reforça que as coisas não deram certo como ele esperava. Não foi revelado se isso se deve às vendas, engajamento do público ou a outra métrica que possuíam em relação ao jogo.
