A cooperação internacional e o compartilhamento de informações entre órgãos de investigação são apontados por especialistas em segurança pública como estratégias para combater o crime organizado. A inteligência artificial também foi citada como ferramenta para identificar conexões entre alvos e mapear a estrutura dessas redes.
As propostas foram discutidas durante o IX Congresso Internacional IBSP-SP-2026 (Instituto Brasileiro de Segurança Pública), realizado nesta sexta-feira (16), na sede do TJMSP (Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo).
As palestras foram divididas em quatro painéis e abordaram temas como formação policial, reformas constitucionais e legislativas, redes digitais e IA no combate a organizações criminosas e direito militar.
Durante o evento, os especialistas destacaram projetos de articulação entre forças policiais de diferentes países e o uso da inteligência artificial para identificar conexões entre criminosos e desmantelar redes criminosas.
O coronel da Polícia Militar de São Paulo Alfredo Deak Junior propõe a integração de informações entre órgãos públicos para auxiliar investigações policiais, sem que ocorra a centralização de dados em uma única base. De acordo com ele, a duplicação de bancos de dados pode ampliar os riscos de ataques cibernéticos e vazamentos.
