A prova de vida dos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é uma verificação anual que confirma se o titular está vivo e apto a continuar a receber benefícios. Geralmente essa confirmação é feita de forma automática, mediante o cruzamento de dados públicos.
Porém, cerca de 13 milhões ainda não fizeram a comprovação neste ano, segundo dados recentes da Associação Nacional dos Servidores Públicos, da Previdência e da Seguridade Social (Anasps). O número corresponde a 32,5% dos 40 milhões de segurados do instituto.
O voto no segundo turno das eleições, que acontece neste domingo (25/10), é um dos instrumentos de comprovação de vida para aquele beneficiário que comparecer às urnas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) compartilha os dados de comparecimento com o INSS, que utiliza essas informações para a comprovação de vida de aposentados, pensionistas e usuários do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Caso o eleitor segurado não consiga votar, o instituto continuará buscando outras informações nos registros disponíveis para confirmar a prova de vida. “Quem não votou no primeiro turno, pode ter a presença no segundo turno considerada para esse processo”, informou o INSS.
