No ano passado, Call of Duty: Black Ops 7 decepcionou a crítica e a comunidade com uma história fraca, cheia de invencionices de roteiro, e missões ruins em uma campanha curta. Já Call of Duty: Modern Warfare 3, antecessor direto de MW4, também teve o modo história duramente criticado, principalmente pelo predomínio das Open Combat Missions, missões em mapas mais abertos que reaproveitavam áreas de Warzone.
Em MW4, a Infinity Ward parece ter prestado atenção a essas críticas e entregou uma campanha sólida - revolucionária? Não, mas competente e imersiva na medida certa. As missões são lineares, como nas campanhas tradicionais de Call of Duty, com set pieces poderosas e uma história interessante, embora tão inofensiva quanto as anteriores.
Neste review, enquanto o modo multiplayer e o novo DMZ não são liberados para o público, o VOXL avalia as qualidades e os defeitos da campanha single-player de Call of Duty: Modern Warfare 4. No texto, eu evito spoilers, mas esteja ciente que pode estragar algumas surpresas.
História para veteranos e recém-chegados
Desta vez, a história se desenrola em duas frentes paralelas: uma invasão da Coreia do Sul pela Coreia do Norte e os desdobramentos da trama de Price e Ghost dos games anteriores - o que é um grande acerto. O público recém-chegado acompanha a história de um esquadrão sul-coreano, formado por personagens inéditos, enquanto quem é das antigas confere o cânone clássico da série.
