O Brasil deve gastar US$ 109,7 milhões (cerca de R$ 565 milhões) no OnlyFans em 2026, segundo projeções do OnlyGuider. O país lidera o ranking sul-americano e ocupa a décima posição mundial.
Um dado ajuda a dimensionar esse mercado: São Paulo, sozinha, deve movimentar mais dinheiro na plataforma do que o Equador inteiro. Enquanto isso, os gastos brasileiros devem crescer 4,3% em relação a 2025.
São Paulo supera o Equador
A capital paulista deve movimentar US$ 11,9 milhões (R$ 61 milhões) no OnlyFans em 2026. O valor supera os US$ 11,3 milhões (R$ 58 milhões) previstos para todo o Equador.
O Rio de Janeiro também aparece na lista, com gastos estimados em US$ 4,6 milhões (R$ 24 milhões).
Na comparação entre países, o Brasil está bem à frente da Argentina. A previsão para os argentinos é de US$ 55,4 milhões (R$ 285 milhões), quase metade do valor brasileiro. Na América Latina, apenas o México deve movimentar mais dinheiro na plataforma.
Quem gasta e como paga
O OnlyGuider estima que o Brasil tenha cerca de 1,69 milhão de contas de fãs no OnlyFans. A maioria é masculina, e essa diferença também aparece nos gastos previstos para 2026.
Homens: US$ 93,3 milhões (R$ 480,2 milhões).
Mulheres: US$ 11 milhões (R$ 56,5 milhões).
Outros usuários: US$ 5,5 milhões (R$ 28,2 milhões).
O modo de pagamento também chama a atenção. Mensagens diretas, conteúdo avulso e gorjetas devem movimentar US$ 76,8 milhões (R$ 395,5 milhões).
