São Paulo, A 3ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido feito pelo Ministério Público do Estado (MPSP) de prisão preventiva contra Amilton Jusselino, homem que atropelou e matou Carlos Boulos, tio de Guilherme Boulos (PSol), ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República no governo Lula (PT).
O juiz Daniel de Medeiros Silva Corró considerou que a aplicação de medidas cautelares são suficientes para andamento da instrução criminal, não havendo necessidade de prisão preventiva.
Como cautelar, o magistrado determinou que o investigado compareça mensalmente em Juízo, para comprovar seu endereço e justificar suas atividades, que não altere seu endereço sem prévia e expressa autorização judicial, e que não se ausente do domicílio por mais de oito dias, sem prévia e expressa autorização judicial. Corró a suspensão da habilitação de motorista de Jusselino.
