Uma sequência de três letras que se repete no DNA pode ajudar a explicar por que algumas pessoas são mais suscetíveis ao Alzheimer. Um estudo identificou que versões mais longas do trecho chamado CCG estão associadas à doença e aumentam a atividade do gene FAM193B, ligado, nos experimentos, a sinais de danos celulares.
A pesquisa, de cientistas da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong e de outras instituições, foi publicada em 12 de outubro na revista Nature Neuroscience. O trabalho combinou análises genéticas e testes em laboratório.
O que muda no DNA
As letras do DNA representam componentes químicos do material genético. Os pesquisadores identificaram diferenças na quantidade de repetições de CCG em uma região que regula o funcionamento do FAM193B.
