O candidato à reeleição presidencial Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que libera os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e da família, nos últimos oito anos. A medida, no entanto, está condicionada à providência idêntica por parte do candidato adversário, Flávio Bolsonaro (PL).
O documento protocolado por Lula é para que a divulgação pública dos dados bancários, fiscais e telefônicos dos dois candidatos ocorra antes desta quarta-feira (21/10). “É fundamental para que a população brasileira seja devidamente informada e possa decidir livremente em quem vai votar”, argumenta a campanha de Lula na petição enviada a Kassio.
A iniciativa teve origem em um desafio lançado durante o debate presidencial na TV Band, realizado no último domingo (19/10). A solicitação prevê que os dados sejam disponibilizados à população por meio da plataforma DivulgaCandContas ou em outro portal eletrônico de acesso público.
O alcance da medida estende-se tanto aos candidatos quanto a integrantes de suas famílias. Pela candidatura de Lula, a quebra de sigilo inclui:
