A sessão eletrônica da Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o intervalo com alta para a soja e o óleo e queda para o farelo. O grão é sustentado por compras técnicas, sinais de retomada da demanda chinesa e valorização do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio, após o Irã informar que outro petroleiro atingiu uma mina no Estreito de Ormuz.
Limitando a valorização, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a colheita da soja havia alcançado 64% da área até 18 de outubro. Na semana anterior, em 11 de outubro, o índice era de 46%. A média dos últimos cinco anos para o período é de 65%. O percentual referente ao mesmo período do ano passado não estava disponível.
Os contratos futuros da soja com vencimento em novembro de 2026 eram negociados a US$ 12,57½ por bushel, alta de 4 centavos de dólar por bushel, ou 0,31%. A posição de janeiro de 2027 tinha cotação de US$ 12,72½ por bushel, avanço de 3,75 centavos de dólar por bushel, equivalente a 0,29%.
Entre os derivados, o farelo de soja para dezembro de 2026 recuava US$ 1,70 por tonelada, ou 0,47%, negociado a US$ 353,10 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em dezembro de 2026 avançava 0,64 centavo de dólar por libra-peso, alta de 0,95%, cotado a 67,33 centavos de dólar por libra-peso.
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