A investigação preliminar feita pela Polícia Militar de São Paulo (PMSP) sobre a conduta foi concluída sem encontrar indícios de irregularidades nas condutas dos agentes envolvidos em suposta abordagem ao motorista do então candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad(PT). A ação ocorreu no dia 11 de agosto.
A investigação interna foi instaurada em 13 de agosto pelo Coronel Rodrigo Pezato, comandante dos agentes que seriam os responsáveis pelo patrulhamento na região dos fatos, na zona sul de São Paulo.
A conclusão do procedimento foi informada após pedido de Lei de Acesso à Informação (LAI). No entanto, a PM se negou a divulgar quaisquer informações pela existência de dados pessoais e elementos de natureza operacional e investigativa - sem individualizar quais documentos out trechos estariam protegidos ou sob sigilo.
Durante a campanha, pouco antes de ser deixado em casa, Haddad diz ter sido alvejado com canhão de luz de uma viatura policial. No dia seguinte, o ex-ministro da Fazenda disse em entrevista coletiva que seu motorista foi seguido por policiais militares.
