Pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, conseguiram recuperar a função de rins de porcos que permaneceram congelados por até um ano a -150 °C. Os resultados foram publicados em 14 de outubro, em um artigo no repositório científico bioRxiv.
Após o reaquecimento e o transplante, os órgãos apresentaram sinais de funcionamento. Os pesquisadores avaliaram a circulação sanguínea pelos vasos, a atividade metabólica e a capacidade dos rins de eliminar substâncias.
Segundo o artigo, o sangue voltou a circular de maneira uniforme pelos rins transplantados, que começaram a produzir urina pouco depois do procedimento.
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Até então, técnicas desse tipo não haviam sido demonstradas em órgãos de grande porte, nos quais a preservação representa um desafio comparável ao enfrentado no armazenamento de órgãos destinados a transplantes em humanos.
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A conservação de órgãos para transplante ainda enfrenta limitações relacionadas ao tempo. Os métodos convencionais de armazenamento refrigerado retardam a deterioração metabólica, mas não conseguem interrompê-la indefinidamente.
