A missão Artemis II, da NASA, que levou quatro astronautas ao redor da Lua e os trouxe de volta à Terra em segurança, enfrentou temperaturas extremas durante a reentrada na atmosfera terrestre. Para proteger a tripulação e os sistemas da espaçonave Orion, a nave conta com um escudo térmico projetado para suportar o calor intenso.
Após análises dos dados de engenharia, a NASA confirmou que o sistema de proteção térmica funcionou conforme o esperado. Durante o retorno à Terra, a espaçonave atingiu uma velocidade de aproximadamente 39 vezes a velocidade do som, enquanto as temperaturas externas ultrapassaram 4.000 graus Fahrenheit, o equivalente a cerca de 2.204 °C.
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Apesar das condições extremas, os quatro astronautas foram mantidos a uma temperatura interna de aproximadamente 23 °C.
Artemis I e as mudanças no escudo térmico
Após analisar o desgaste do escudo térmico durante a missão Artemis I, por meio de testes em laboratório, a NASA identificou pontos que precisavam de atenção. Em resposta, a agência alterou a trajetória de reentrada da Orion para a missão Artemis II.
