Ganhar dinheiro enquanto joga videogame é o sonho de muitos jovens atualmente, e a empresa brasileira Gamers Brawl quer surfar nesta onda. A companhia busca transformar a habilidade dos jogadores em uma forma de monetização, permitindo disputas com taxa de entrada e premiações.
No entanto, a proposta, que teve destaque na Brasil Game Show (BGS) 2026, levanta uma questão importante: até que ponto vale a pena colocar dinheiro em jogo para provar quem joga melhor? Afinal, a monetização, um tema que sempre rende polêmica nos games, pode acabar afetando a diversão durante o jogo.
Disponível em League of Legends e Counter-Strike 2, o modelo funciona com uma taxa de participação nas disputas, e a empresa fica com uma parcela do valor pago pelos competidores. Segundo o fundador e CEO da Gamers Brawl, Bruno Niro, a ideia é levar elementos dos esports para além do circuito profissional e permitir que jogadores comuns também participem de competições com recompensas financeiras.
Batizado de “Game Skill Monetization”, o conceito procura transformar o desempenho nos games em algo que tenha valor financeiro. A empresa, no entanto, precisa lidar com desafios que vão além de encontrar adversários: fraudes, partidas combinadas, equilíbrio entre competidores e o risco de que a busca por dinheiro mude a relação dos jogadores com o entretenimento.
Como funciona a Gamers Brawl?
