O senador e coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Camilo Santana (PT-CE), criticou a proposta da equipe econômica do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) sobre implementar uma regra de transição para o Bolsa Família.
A medida foi divulgada pela coordenadora da área econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques. Segundo a regra, beneficiários do programa terão um prazo de dois anos para conseguir um emprego formal ou abrir uma empresa. Caso não tenha sucesso, ele poderá retornar ao programa.
Camilo associou a medida ao “tesouraço” proposto pelo candidato do PL, que segundo ele impactará programas sociais do governo.
