O cineasta James Gray afirmou na quinta-feira, 15, que a inteligência artificial no cinema pode auxiliar tarefas técnicas, mas nunca substituirá a criação humana. Homenageado pela 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Gray debateu o tema com Walter Salles após a exibição de Tigre de Papel. O diretor também defendeu obras pessoais, risco artístico e filmagem em 35mm.
James Gray e Walter Salles debatem IA, risco e a alma do cinema na Mostra de São Paulo
