O comentarista Miguel Daúd abordou os desafios enfrentados pelo setor agropecuário brasileiro com o fim da escala 6×1, destacando a necessidade de respeitar a realidade do campo. Segundo ele, a discussão sobre a nova jornada de trabalho deve considerar tanto as necessidades dos trabalhadores quanto as exigências da produção.
Desafios da nova jornada
Daúd enfatizou que a produção agropecuária não pode parar, especialmente em atividades como a ordenha e os cuidados com os animais, que demandam continuidade. Ele apontou que a falta de mão de obra torna a reorganização das equipes ainda mais desafiadora.
Necessidade de planejamento
O comentarista ressaltou que a implementação da nova escala requer planejamento e qualificação para atrair trabalhadores para o campo. Ele criticou a precipitação política em torno do assunto, que não permitiu uma discussão mais ampla e um tempo adequado para adaptação.
Impactos econômicos
Daúd alertou para a possibilidade de aumento nos custos de produção.
Esse aumento pode refletir na taxa de inflação e resultar em demissões.
Ele destacou que a informalidade no mercado de trabalho é uma preocupação crescente.
Por fim, Daúd defendeu a necessidade de um consenso entre trabalhadores, empregadores e governo para que a nova jornada de trabalho seja compatível com a estrutura de produção do setor agropecuário.
O post Miguel Daúd discute impacto do fim da escala 6×1 no agro brasileiro apareceu primeiro em Canal Rural.
