Foto de arquivo: Khalid Sheikh Mohammed, suposto mentor dos ataques de 11 de Setembro, é visto logo após sua captura durante uma operação de invasão no Paquistão, em 1º de março de 2003
AP, Arquivo
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, nesta segunda-feira (19), um recurso de Khalid Sheikh Mohammed, considerado o mentor dos atentados de 11 de setembro de 2001, e de dois outros participantes do plano, que buscava restabelecer seu acordo de culpabilidade, que foi anulado em 2025.
A Corte rejeitou o recurso, que cancelaria a realização de seu julgamento perante um tribunal militar em Guantánamo, previsto a partir de junho de 2028.
Mohammed e outros três acusados (Walid ben Attash, Mustafa al-Hawsawi e Ammar al Baluchi, também conhecido como Ali Abdul Aziz Ali) serão julgados por terrorismo e pela morte de cerca de 3.000 pessoas nos atentados em Nova York.
Paquistanês criado no Kuwait, Mohammed foi um dos principais tenentes de Osama bin Laden dentro da organização jihadista Al-Qaeda até sua captura em março de 2003, no Paquistão.
Os quatro homens, que estão entre os últimos detidos na base militar americana de Guantánamo, em Cuba, nunca foram julgados, já que o processo se estagnou para determinar se as torturas sofridas invalidariam as provas de acusação reunidas contra eles.
Suprema Corte dos Estados Unidos rejeita recurso de suposto mentor dos atentados de 11/9
