Candidatos Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate da Band antes do 2º turno das eleições.
REUTERS/Jean Carniel
Nos bastidores da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a avaliação de aliados é que o presidente perdeu a oportunidade de explorar temas considerados sensíveis para Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro debate do segundo turno das eleições de 2026.
Entre eles, a questão da licença-maternidade, o debate sobre a quebra de sigilo e os questionamentos envolvendo a compra de um imóvel na casa dos R$ 10 milhões. Para esses interlocutores, Lula deveria ter insistido nas cobranças e exigido explicações mais detalhadas do adversário, mas Flavio Bolsonaro conseguiu mudar a pauta.
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Os candidatos à Presidência da República participaram na noite de domingo (18) do primeiro debate do segundo turno, promovido pelo Grupo Bandeirantes.
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O debate também expôs um contraste de estilos e estratégias de comunicação: de um lado, um candidato mais analógico, acostumado ao confronto político tradicional; do outro, um candidato digital, influenciado pela linguagem de Donald Trump e Pablo Marçal, que aposta em provocações, frases de efeito e momentos com potencial de viralização nas redes sociais.
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