Você treina. Tenta comer bem. Dorme o que dá. E mesmo assim, há aquele pote de creatina esquecido no fundo do armário, ou a lista de "começo segunda" que não sai do papel.
Se isso soa familiar, o problema não é força de vontade. É que a creatina só funciona de um jeito: todo dia. Vamos ao porquê.
Para que serve a creatina e o que ela faz no músculo?
A maior parte da creatina do seu corpo fica guardada nos músculos. Lá, ela vira uma espécie de reserva rápida de energia: ajuda a recompor o ATP, o combustível das explosões curtas e intensas, como a última repetição, um sprint ou subir escada com pressa.
Seu corpo já produz um pouco (principalmente no fígado e nos rins) e você ingere outro tanto na carne e no peixe. Juntas, essas fontes repõem cerca de 1 a 3 g por dia, segundo o posicionamento da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (ISSN). Quem treina gasta mais, e quem come pouca proteína animal começa com estoques mais baixos.
Como a creatina trabalha no músculo
Benefícios da creatina: o que a ciência já mostrou
Força e massa magra: a ISSN classifica a creatina monoidratada como o suplemento mais eficaz disponível para aumentar a capacidade em exercícios de alta intensidade e a massa magra, quando associada ao treino.
Desempenho em esforços repetidos: estudos relatam ganhos de cerca de 10% a 20% no desempenho de alta intensidade após a saturação dos estoques.
