A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que a Justiça bateu o martelo e decidiu pela condenação de Gato Preto e Bia Miranda em uma ação indenizatória. O processo é referente a um acidente provocado pelo influenciador.
Edilson Maiorano, Ivan Bartalot Pereira Maiorano e Debora Bartalot Pereira acionaram o ex-casal em 2025. Em agosto daquele ano, Gato Preto conduzia uma Porsche em alta velocidade sob efeito de álcool e drogas. O famoso atingiu o veículo em que estavam dois dos autores. Edilson e Ivan, pai e filho respectivamente, ficaram feridos. Os réus deixaram o local sem prestar socorro às vítimas. Bia Miranda registrou a cena e a divulgou em suas redes, referindo-se a Edilson como “senhorzinho” e seu carro como “lixo”.
Sentença
Em 16 de setembro, o caso foi sentenciado na primeira instância. O juiz Gustavo Coube de Carvalho afirmou estar demonstrada a culpa de Gato Preto pelo acidente. Isso porque o laudo toxicológico detectou álcool etílico, MDA e THC em sua urina. O Ministério Público do Estado de São Paulo, por sua vez, denunciou o famoso por duas tentativas de homicídio por dolo eventual.
O magistrado negou o reembolso de um conjunto de despesas cujos comprovantes não foram apresentados. Os valores se referiam, em parte, aos gastos com remédios e estacionamento de hospitais. O pedido de reparação pelos danos causados ao automóvel das vítimas também foi negado.
