O técnico Cuca reafirmou sua confiança no goleiro Diógenes e elogiou os jovens zagueiros João Alencar e Ananias, do Santos. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, neste domingo, no Maracanã, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, o treinador explicou por que não pretende mudar o titular da meta santista e apontou os dois defensores como peças importantes para o futuro do clube.
Questionado sobre o desempenho de Diógenes, especialmente após o confronto com o Atlético-MG, Cuca relembrou uma experiência de sua passagem pelo Botafogo para justificar a importância de dar sequência ao goleiro.
“Em 2007, 2008, eu era treinador do Botafogo e tinha o Júlio César no gol. O Júlio César oscilou um pouco em alguns jogos e resolvi trocar. Coloquei o Lopes. O Lopes também oscilou um pouco, então resolvi colocar o Max. O Max oscilou um pouco e resolvi colocar um que trouxe do Paraná Clube, não lembro o nome agora. E sabe quem terminou o ano como titular? O Júlio César, que tinha saído”, contou.
O treinador afirmou que a experiência o ensinou a evitar mudanças constantes na posição, mesmo diante de eventuais falhas.
“Naquele ano, aprendi muita coisa. No gol, você não pode ficar mexendo toda hora, porque vai criar uma instabilidade geral e não vai ter segurança nenhuma. O cara vai pensar: ‘Se eu errar, vou sair'”, explicou.
