O Brasil realiza o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro em todos os estados. Como forma de garantir a efetividade da votação durante as diferentes fases, existe o fiscal de partido.
Indicados pelos partidos, federações ou coligações, eles são como auditores nas seções eleitorais e acompanham de perto todas as fases do processo que garante as eleições brasileiras, desde a preparação das urnas, votação e apuração dos votos até o resultado final.
Além de fiscalizar as etapas, eles podem formular protestos e fazer impugnações, até mesmo sobre a identidade de eleitores. Caso presenciem algo fora da normalidade, os fiscais devem comunicar o caso ao presidente da mesa receptora, sem interferir no processo.
O que os fiscais podem fazer no dia da eleição?
Cada partido, federação ou coligação pode nomear até dois delegados para cada seção para atuarem em turnos revezados, um de cada vez.
