O primeiro debate do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Band neste domingo (18), foi marcado não apenas pelo confronto entre os candidatos, mas também por uma sequência de bate-bocas, provocações e momentos de tensão envolvendo integrantes das duas campanhas.
Antes de o programa começar, durante os intervalos e nas considerações finais, aliados trocaram provocações, marqueteiros discutiram frente a frente e a gritaria na plateia chegou a interromper a transmissão ao vivo.
Antes do início do programa, os deputados federais Nikolas Ferreira (PL) e Lucas Pavanato (PL) gravaram vídeos provocando Fernando Haddad (PT), candidato derrotado na disputa pelo governo de São Paulo.
Os parlamentares chamaram o ex-ministro de “desempregado”, em referência à derrota eleitoral. Nikolas também ironizou a situação profissional do petista e da ex-ministra Simone Tebet, que disputou uma vaga no Senado por São Paulo e não foi eleita.
Um dos momentos mais tensos aconteceu durante um dos intervalos do debate.
Sidônio Palmeira, ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência e responsável pelo marketing da campanha de Lula, discutiu frente a frente com Fábio Portela, chefe da comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro.
Os dois ficaram frente a frente no centro do palco do estúdio. A discussão ocorreu enquanto Sidônio reclamava de gestos de Flávio durante falas de Lula e foi abordado por Portela.
