Diogo Freire Estevão, o bolsonarista que foi gravado dando dois socos em uma mulher no metrô de São Paulo neste domingo (18/10), é investigado por outro caso de violência contra mulher. Na última terça-feira (12/10), o Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu medida protetiva contra ele.
De acordo com a sentença obtida pela coluna, uma mulher relatou que teve um desentendimento com Lêda Teixeira Freire, esposa de Diogo, e as duas começaram a se ofender mutuamente quando se encontraram em um supermercado de Vargem Grande Paulista (SP). A troca de xingamentos (provocada porque uma deixou de convidar outra para um café) logo virou briga física.
Essa mulher alega que, depois da briga, passou a receber ligações de Diogo, que teria dito que ela não sabia com quem estava mexendo e que irá “foder” ela. “Durante a ligação, Diogo informou que se encontrar a declarante nos locais que ela frequenta, ele irá arrebentá-la e matá-la, inclusive, ele fez menção de possuir arma de fogo“, diz a sentença. O áudio da ligação foi anexado ao processo.
