Uma ala do PT começou a discutir, nos bastidores, a possibilidade de afastar Edinho Silva da presidência nacional do partido e antecipar a eleição para o comando da legenda, em caso de derrota do presidente Lula em 2026.
O movimento é consequência das críticas à atuação de Edinho na campanha de Lula durante o primeiro turno das eleições presidenciais. Além de presidir o PT, o dirigente assumiu o posto de coordenador-geral da campanha.
Nos bastidores, petistas criticaram Edinho, por exemplo, por centralizar decisões e por não ter conseguido organizar de forma eficiente as diferentes frentes da campanha ao longo do primeiro turno da disputa.
A pressão aumentou depois do resultado das urnas. Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A diferença foi de pouco mais de 2,2 milhões de votos.
