Os planos de governo de Flávio Bolsonaro e Lula colocam os biocombustíveis entre as frentes para ampliar a participação brasileira no mercado de energia de baixo carbono. As propostas de ambos incluem etanol, biodiesel, biogás e combustível sustentável de aviação (SAF), mas diferem nos instrumentos para estimular a produção, atrair investimentos e ampliar mercados.
No plano registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o programa do candidato do PL prioriza energia barata, segurança jurídica para investir e valorização econômica da floresta, sem metas de emissões. O plano do PT combina expansão de petróleo e gás com metas climáticas e financiamento verde.
O programa do PL aposta no investimento privado e na segurança jurídica. Propõe expandir a rede de escoamento do gás do pré-sal, modernizar o refino e permitir a exploração do gás não convencional (fracking), “com responsabilidade ambiental e cumprindo a lei”.
Para o agro, o plano prevê produção nacional de fertilizantes a partir do gás e dos minerais potássio e fosfato, para reduzir a dependência externa.
O plano de governo de Flávio Bolsonaro para 2027 a 2030 coloca os biocombustíveis entre as frentes para atrair investimentos e ampliar a participação brasileira no mercado de energia. O documento cita etanol, biodiesel, diesel renovável (HVO), combustível sustentável de aviação (SAF) e biogás.
