Assim que seu filho passava por avaliação para saber se tinha transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), Arlene Alencar, de 35 anos, do Piauí, começou a suspeitar que também apresentava a condição. No entanto, o final de sua investigação teve um desfecho totalmente inesperado: o diagnóstico de um aneurisma cerebral.
Em julho de 2025, ao procurar uma psicóloga para investigar a suspeita de TDAH, a empreendedora foi encaminhada a um neurologista. A etapa era necessária para a realização de exames e testes mais aprofundados, fundamentais para o diagnóstico da condição.
A realização dos testes começou no final do mesmo mês, período em que foi feito um check-up geral no cérebro de Arlene. Os resultados, porém, não detectaram o que ela suspeitava inicialmente, mas sim um aneurisma cerebral de 4,5 milímetros na carótida. Outro ponto que chamou a atenção é que ela não apresentava sintomas.
“Jamais imaginei que esses exames poderiam mudar a minha vida. O que começou como uma busca por respostas sobre o TDAH acabou me levando a uma descoberta que eu nunca esperava. Foi um susto, uma fase de muito medo e incertezas”, relata a piauiense.
O que é o aneurisma e por que ele é perigoso?
O aneurisma é uma dilatação que se forma na parede da artéria, semelhante a um balão.
Eles podem ocorrer em qualquer artéria do corpo, sendo mais comuns na aorta, artéria principal que transporta sangue do coração para o restante do organismo.
