Nidal Hasan foi condenado pelo assassinato de 13 militares americanos desarmados
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Aviso: esta reportagem contém descrições perturbadoras de execuções.
O uso da pena de morte nos Estados Unidos voltou ao centro das atenções depois que o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, anunciou que o Exército transmitiria ao vivo a execução por fuzilamento de Nidal Hasan. Diante da rejeição pública, o presidente Donald Trump acabou descartando a proposta.
O ex-psiquiatra militar matou a tiros 13 soldados americanos desarmados na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.
Sua execução seria a primeira vez desde 1945 que o Exército dos Estados Unidos usaria um pelotão de fuzilamento, método que já é autorizado por vários Estados americanos para aplicar a pena de morte.
O anúncio ocorre pouco depois da tentativa malsucedida de execução por injeção letal de Christa Pike, uma mulher condenada pelo assassinato de uma colega de classe.
Segundo seus advogados, Pike foi levada ao hospital e, dez dias depois, recebeu alta e foi encaminhada à prisão após se recuperar da tentativa de execução malsucedida.
Diante da crescente preocupação com execuções malsucedidas e do renovado apoio do governo federal à pena de morte, os Estados Unidos passaram a adotar métodos de execução novos e antigos, como pelotões de fuzilamento, cadeira elétrica e câmara de gás.
Por que os EUA estão retomando o pelotão de fuzilamento como método de execução
