Os vikings chamaram de Vinlândia (Vinland), a "terra das videiras", uma das regiões que exploraram na América do Norte
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Cristóvão Colombo pode ter atravessado o oceano em 1492, quando chegou às Bahamas em 12 de outubro daquele ano. Mas ele não foi o primeiro europeu a alcançar o território que hoje conhecemos como América.
A chegada desses outros europeus não foi marcada por grandes celebrações. Não houve proclamações reais nem multidões nas ruas para recebê-los na volta. Tampouco atravessaram o imenso oceano Atlântico diretamente de um continente a outro.
Em vez disso, fizeram a viagem por etapas, usando a Islândia e a Groenlândia como pontos de parada. As expedições deles foram narradas séculos depois em sagas, relatos mais próximos da literatura épica do que dos livros de história.
Esses navegadores chegaram ao continente americano 500 anos antes de Cristóvão Colombo.
Flateyjarbók
Flateyjarbók é considerado um dos registros antigos que comprovam a chegada dos vikings à América do Norte
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As sagas nórdicas, histórias dos vikings registradas por seus descendentes, passaram a ser reconhecidas como fontes históricas confiáveis.
Em 1966, o apresentador da BBC Magnus Magnusson descreveu o Flateyjarbók (Livro de Flatey ou Livro da Ilha Plana), manuscrito do século 14, como "um dos mais valiosos manuscritos islandeses que existem".
A 'história esquecida' dos vikings que chegaram à América 500 anos antes de Cristóvão Colombo
