Milhares de pessoas reuniram-se na quarta-feira (14) na Praça de São Pedro, no Vaticano, para uma missa que deveria ter sido presidida pelo papa Leão XIV.
Em seu lugar, outro alto dignitário da Igreja Católica assumiu a celebração, enquanto o primeiro pontífice norte-americano se recuperava em um hospital, após ser diagnosticado com câncer de pulmão durante uma cirurgia para a remoção de um lobo do lado direito desse órgão.
O diagnóstico de câncer do papa, confirmado na terça-feira (13), causou alarme em todo o mundo católico.
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O papa Leão XIV foi eleito há menos de 18 meses, aos 69 anos, tornando-se o homem mais jovem eleito para liderar a Igreja Católica desde João Paulo II, quase 40 anos antes.
Dada a sua relativa juventude, acreditava-se, no Vaticano e entre os líderes eclesiásticos, que Leão XIV teria um longo pontificado pela frente. Essa suposição agora é posta à prova.
Muitos no Vaticano esperavam que a fase de problemas de saúde do papa ficasse para trás em curto prazo. O predecessor de Leão XIV, o papa Francisco, eleito aos 76 anos e com parte do pulmão direito removida, enfrentou uma série de problemas de saúde perto do fim de seu pontificado e passou semanas no hospital Gemelli com pneumonia.
