Uma onda de protestos por educação, moradia e trabalho tomou as ruas da Europa e da América do Sul nesse segundo semestre de 2026.
Conflitos são registrados na Albânia, na França, na Itália, na Espanha e na Bélgica, no Velho Continente, e na Colômbia, na Argentina e no Chile, no continente americano.
Apesar de pautas diferentes, as manifestações têm a mesma raiz: o desgaste da população com cortes de gastos públicos, serviços precários, além do aumento do custo de vida.
Na Albânia, por exemplo, o movimento entrou no quarto dia seguido na sexta-feira (16/10). Milhares de jovens marcharam em Tirana, capital do país, pedindo a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.
Liderado por estudantes, o grupo denuncia corrupção, falta de investimento na educação e a venda de áreas preservadas do litoral para a construção de um resort de luxo de 1,4 bilhão de euros ligado a Jared Kushner, genro de Donald Trump.
O que começou como ato pacífico há mais de 130 dias se tornou violento. Ao menos 89 pessoas ficaram feridas, sendo 61 policiais.
Protestos na Albânia:
🇦🇱 | EN VIVO: Estudiantes albaneses protestan por los costos de la educación y hay enfrentamientos con la policía. https://t.co/4rKksoYKgk, Alerta News 24 (@AlertaNews24) October 16, 2026
Na França, os protestos de alunos do ensino médio completam um mês. A crise começou na segunda quinzena de setembro em um colégio de Créteil, na região de Paris, por falta de professores e estrutura precária.
