O novo livro sobre a vida e carreira de Marília Mendonça traz uma revelação pouco conhecida sobre a artista. A obra O Rastro da Rainha, da jornalista Carol Prado, revela que a cantora parou de lançar músicas próprias após enfrentar uma série de fofocas envolvendo a vida pessoal.
Após o lançamento do DVD Realidade, em 2017, ela decidiu diminuir o ritmo da escrita. O reflexo disso apareceu em Todos os Cantos: a trilogia não tem a assinatura de Mendonça como compositora em nenhuma das faixas, especialmente pelo rebuliço em torno de Amante Não tem Lar.
Em um trecho exclusivo obtido pelo Metrópoles, Prado revela que, “para evitar o desgaste das polêmicas, [Marília] optou por terceirizar o discurso do repertório, priorizando obras de outros compositores”.
“Marília parou de lançar músicas próprias para se defender das fofocas. Temia que uma nova letra de sua autoria, ainda que inspirada na ficção ou no relato de terceiros, fosse interpretada pelo público como um diário de vivências pessoais. Isso inflamaria especulações sobre sua vida privada, como já havia acontecido quando lançou Amante Não Tem Lar. Para evitar o desgaste das polêmicas, optou por terceirizar o discurso do repertório, priorizando obras de outros compositores.
