O candidato Flávio Bolsonaro (PL) disse, nesta sexta-feira (16), que pretende manter os reajustes do mínimo acima da inflação, não desvincular o aumento das aposentadorias do percentual aplicado ao piso e não mudar a Constituição para eliminar os gastos mínimos obrigatórios com saúde e educação.
E ainda defendeu a manutenção do fim da escala 6×1, aprovada nesta semana no Senado Federal, durante sabatina no “Jornal Nacional”.
Em outras palavras, Flávio garantiu que não irá alterar essas três regras. Hoje, a política de valorização real busca garantir que o salário mínimo tenha aumento superior à alta dos preços, elevando o poder de compra dos trabalhadores.
Já a vinculação entre o mínimo e aposentadoria significa que os benefícios previdenciários acompanham o aumento do salário mínimo.
No caso de gastos mínimos obrigatórios com saúde e educação, os pisos constitucionais determinam aplicações mínimas de recursos públicos nessas áreas.
Após responder às três perguntas, Flávio afirmou que circulam notícias falsas sobre suas propostas e acusou seu adversário de promover “terrorismo” em relação ao tema. “O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula. Ele é o maior problema para esse desencontro nas contas”, declarou.
Escala 6×1
Sobre sua posição em relação ao fim da escala de trabalho 6×1, o candidato também explicou sua mudança de posição.
