A 15ª edição da Brasil Game Show acabou na última segunda-feira (12) e deixou um gosto amargo na boca de visitantes, expositores, jornalistas e influenciadores. Considerada a maior feira de games da América Latina, a BGS 2026 ficou marcada pela redução do número marcas presentes e atrações em comparação com anos anteriores. O abismo fica ainda maior para quem já frequenta a feira desde antes da pandemia.
O sumiço de players importantes como PlayStation e XBOX, problemas gerais de organização e a falta de oferta de atrações voltadas ao público gamer têm se tornado o verdadeiro calcanhar de Aquiles da feira.
Apesar do tropeço homérico, em especial quando falamos do esvaziamento do evento e da baixa oferta de estandes, a BGS 2026 conseguiu entregar alguns jogos ainda não lançados da SEGA, Nintendo, Square Enix e Activision.
No entanto, mesmo esse ponto positivo pode ser extinto já nas próximas edições, visto que criadores e jornalistas revelaram que os contratos entre a organização da feira e marcas como Nintendo e SEGA estão com os dias contados.
No início deste ano, uma trend ficou bem popular nas redes sociais ao trazer comparativos entre 2026 e 2016. Resolvemos aplicar esse mesmo gap de uma década para entender como a Brasil Game Show foi de um dos melhores eventos de games do mundo para uma feira que hoje divide opiniões.
Como era a BGS (e o mundo dos games) em 2016?
