Confesso o viés. Tenho uma longa história com as artes marciais: iniciei aos 8 anos no karatê, tive uma curta experiência na capoeira no tempo de faculdade e até flertei com kung-fu wushu por um tempo. Mas em 2018 conheci, “por acidente”, o jiu-jítsu, e foi paixão à primeira vista. Ou à primeira aula, eu diria.
Nem MBA, nem mindfulness: o próximo hack de liderança é apanhar
