BRASIL - Vídeos publicados nas redes sociais vêm recomendando vitaminas, minerais e suplementos alimentares, como berberina, magnésio e mio-inositol, para tratar ou controlar a resistência à insulina. No entanto, essas indicações podem colocar a saúde em risco, principalmente quando levam pessoas a substituir o acompanhamento médico pelo uso de produtos sem indicação profissional.
A resistência à insulina ocorre quando o organismo passa a responder de maneira menos eficiente à ação da insulina, hormônio responsável por ajudar a controlar os níveis de glicose no sangue. A condição pode estar associada a diferentes fatores e exige avaliação individualizada por um profissional de saúde.
Suplementos alimentares não são medicamentos e não devem ser apresentados como alternativas ao tratamento médico. Embora possam ser indicados em situações específicas, esses produtos não devem ser utilizados por conta própria com a finalidade de tratar doenças.
Suplementos não substituem tratamento da resistência à insulina
De acordo com as regras sanitárias brasileiras, suplementos alimentares têm a finalidade de complementar a alimentação, fornecendo nutrientes e outras substâncias em condições previstas pela regulamentação.
Isso significa que vitaminas, minerais e outros compostos não podem ser divulgados como produtos capazes de curar ou tratar doenças sem a devida autorização sanitária para essa finalidade.
