Neste início da temporada 2026/2027, o Manchester City foi considerado culpado de cometer 115 violações dos regulamentos financeiros da Premier League.
Entre as acusações, a liga comunicou que o clube organizou contruniatos “falsos” com diversos parceiros comerciais, registrou contas inexistentes, ocultou a verdade da situação financeira e violou os limites de gastos tanto da Premier League quanto da Uefa.
Além de cometer múltiplas violações de seus deveres de cooperação e boa-fé com a Liga. A partir desse cenário, os seus rivais pedem as devidas punições e a Liga diz que irá analisar qual medida será aplicada. A perda de pontos, a suspensão da liga e o rebaixamento são algumas delas que o clube pode sofrer.
“Esta é uma medida importante por parte da Premier League e mostra que os clubes, por maiores e mais relevantes que sejam, não estão livres para atuar como quiserem, com essa ‘criatividade’ financeira. Todos estão sob escrutínio. O futebol, hoje em dia, especialmente no futebol inglês, tem movimentado patamares enormes de dinheiro”, afirma Moises Assayag, sócio-diretor da Channel Associados e especialista em finanças no esporte.
Sanções pelo descumprimento das regras do Fair Play Financeiro não são algo incomum no futebol europeu. O Chelsea passou por uma situação semelhante, na qual foi multado em 10,75 milhões de libras por violar as regras do Fair Play Financeiro da Premier League entre 2011 e 2018.
